Visões de um poema sujo

Trabalho inspirado no Poema Sujo
de Ferreira Gular

Por Márcio Vasconcelos

Bio

Márcio Vasconcelos

Márcio Vasconcelos

Fotógrafo profissional autodidata e independente há mais de 20 anos e há quase uma década vem se dedicando a registrar as manifestações da Cultura Popular e Religiosa dos afro-descendentes no Estado do Maranhão, dentre outros trabalhos autorais.

Autor do projeto Nagon Abioton – Um Estudo Fotográfico e Histórico sobre a Casa de Nagô, aprovado na Lei Rouanet e no Programa Petrobras Cultural/2009, editado na forma de livro sobre um dos terreiros mais antigos do Tambor de Mina no Maranhão.

Vencedor do 1º Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras/2010 (Fundação Cultural Palmares/Petrobras) com o projeto Zeladores de Voduns do Benin ao Maranhão. Exposição Fotográfica que mostra as semelhanças entre Sacerdotes de culto a voduns na África e no Brasil.

Vencedor do XI Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia com o projeto Na Trilha do Cangaço – Um Ensaio pelo Sertão que Lampião pisou.

Finalista do Prêmio Conrado Wessel 2011 com o projeto Na Trilha do Cangaço – Um Ensaio pelo Sertão que Lampião pisou.

Menção Honrosa no Concurso de fotografias do Centro Regional de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da América Latina 2012 - CRESPIAL, com o Trabalho “Tambor de Mina”.

Menção Honrosa do III Concurso Fotográfico Iberoamericano – Iberoamericanos 2011 – Embaixada da Espanha de La Paz, com o trabalho Incorporados

Selecionado para leitura de portfólios em Santo Domingo – República Dominicana, no Trasatlantica/PhotoEspaña 2012, com o projeto Zeladores de Voduns do Benin ao Maranhão.

Vencedor do XIV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia com o projeto Visões de um Poema Sujo.

3º colocado no V Concurso Iberoamericano de Fotografia, da ONG Save the Children.

Contato:
mbvasconcelos85@gmail.com
www.marciovasconcelos.com.br

Celso Borges

Celso Borges

Natural de São Luís do Maranhão (maio de 1959). Poeta, jornalista e letrista, viveu em São Paulo durante 20 anos e retornou a São Luís em 2009. Parceiro de Chico César, Fagner e Zeca Baleiro, entre outros, tem dez livros de poesia, entre eles Pelo avesso (1985); Persona non grata(1990); NRA(1996), XXI(2000), Música (2006) e Belle Époque (2010), os três últimos no formato de livro-CD, com a participação de mais de 50 poetas e compositores brasileiros. Em 2013 lançou o livro e o vídeo O futuro tem o coração antigo, estabelecendo um diálogo com a fotografia.

Desde 2005, Celso Borges desenvolve projetos de poesia no palco, o primeiro deles, Poesia Dub, com o DJ jornalista Otávio Rodrigues, quando ainda morava em S. Paulo. De volta a São Luís, monta A Posição da Poesia é Oposição, com o percussionista Luiz Claudio e o guitarrista Christian Portela; e A Palavra Voando e Sarau Cerol, com o artista Beto Ehongue.

Celso Borges investe em experimentações em torno da palavra falada, que sai do papel e ganha vida em voz e arranjos instrumentais. Suas leituras revelam a musicalidade presente em sua obra. A voz dialoga com trilhas, guitarra, baixo e percussão, proporcionando ao poema estrutura sonora além da sua própria musicalidade. A idéia é valorizar a linguagem falada em diversas possibilidades. Em síntese: música da palavra, palavra musicada, música falada, música calada, palavra cantada e música celebrada.

Em 2010/2011, apresentou o programa Biotônico, na rádio Uol, ao lado do compositor Zeca Baleiro e do jornalista Otávio Rodrigues. Com Baleiro co-produziu em 2013 o disco A Palavra Acesa de José Chagas, com participação especial de Fagner, Ednardo, Lula Queiroga, Chico César etc. Borges tem poemas publicados em várias revistas nacionais de literatura, entre elas Coyote, Poesia Sempre, Oroboro e Celuzlose Foi curador da Feira do Livro de São Luís em 2013 e 2014.

Contato:
cbpoema@uol.com.br
www.ofuturotemocoracaoantigo.com.br

XIV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia 2014